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Quadrilha suspeita de obter mais de R$ 700 mil com golpes em empresas é alvo de operação policial no Paraná

Quadrilha suspeita de obter mais de R$ 700 mil com golpes em empresas é alvo de operação Um grupo suspeito de obter mais de R$ 700 mil aplicando golpes foi a...

Quadrilha suspeita de obter mais de R$ 700 mil com golpes em empresas é alvo de operação policial no Paraná
Quadrilha suspeita de obter mais de R$ 700 mil com golpes em empresas é alvo de operação policial no Paraná (Foto: Reprodução)

Quadrilha suspeita de obter mais de R$ 700 mil com golpes em empresas é alvo de operação Um grupo suspeito de obter mais de R$ 700 mil aplicando golpes foi alvo de uma operação da Polícia Civil do Paraná na manhã desta quinta-feira (5). De acordo com o delegado Fabiano Oliveira, as vítimas são empresas paranaenses e catarinenses do setor de materiais de construção e de locação de equipamentos. A ação prendeu seis pessoas e cumpriu dez mandados de busca e apreensão em Curitiba e Região Metropolitana - Colombo e Pinhais - e também em Ponta Grossa, nos Campos Gerais. Veja imagens da operação no vídeo acima. ✅ Clique aqui e siga o canal do g1 Ponta Grossa e região no WhatsApp Polícia prende seis suspeitos de aplicar golpes contra empresas da construção civil Entre os presos, dois tinham mandados de prisão preventiva em aberto e quatro foram detidos em flagrante por receptação e posse ilegal de munições. Dois investigados permanecem foragidos. Os nomes dos suspeitos não foram divulgados. Nas diligências, os policiais apreenderam mais de R$ 5 mil em dinheiro, um revólver calibre .38 com munições, aparelhos eletrônicos, documentos e máquinas de cartão. Um veículo de carga utilizado pelo grupo também foi apreendido. Parte do material será encaminhada para perícia. A equipe de investigação também obteve ordens de quebra de sigilo bancário, fiscal, telefônico e telemático, além de medidas de arresto e sequestro de bens e valores. Segundo a Polícia Civil, o grupo é especializado em crimes como estelionato eletrônico, receptação, falsidade ideológica, falsificação de documentos públicos e privados e lavagem de dinheiro. A corporação afirma que o grupo fazia contato com empresas por telefone ou redes sociais demonstrando interesse na compra de produtos. Em alguns casos, realizava aquisições de menor valor para obter confiança, e em seguida, efetuava pedidos de maior valor utilizando cartões de crédito clonados, comprovantes falsificados de pagamento ou boletos adulterados. "Após a entrega dos produtos, as compras eram contestadas junto às instituições financeiras, o que resultava no bloqueio do pagamento e no prejuízo para as empresas. O transporte das cargas era realizado por freteiros contratados pelo grupo, que não tinham conhecimento da origem dos crimes. Os materiais obtidos eram revendidos a outras pessoas. A organização também utilizava documentos falsos ou de terceiros para abertura de contas e realização das compras." As investigações começaram há cerca de quatro meses após o rastreamento de materiais metálicos desviados de uma empresa de locação. Parte dos produtos foi localizada em Curitiba, o que levou ao aprofundamento da apuração. Leia também: Ponta Grossa: Governador aposta em poços para resolver gosto e cheiro ruins em água e faz promessas para evitar novos problemas; entenda Veja valores e cidades: Dois bolões e três apostas simples do PR acertam a quina da Mega-Sena Flagrante: Gatos são encontrados acorrentados e feridos, e homem é preso por maus-tratos Operação está sendo feita pela Polícia Civil do Paraná Polícia Civil Vídeos mais assistidos do g1 Paraná: Leia mais notícias da região em g1 Campos Gerais e Sul

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